sábado, 20 de abril de 2013

Depoimentos sobre Leitura e Escrita

Nesta página há a participação de educadores relatando suas primeiras experiências com a Leitura e Escrita, atividade proposta no curso de formação.

"Tenho boas lembranças de minhas primeira leituras. Quando estava na 3ª ou 4ªsérie, não me lembro bem, li o livro "Ilha Perdida" de Maria José Dupré, foi o máximo, desde a compra até as viagens que fiz durante a leitura. Ficava me imaginando na ilha perdida e das inúmeras aventuras das quais também participei como personagem durante a leitura. Ao longo da escolaridade me emocionei com várias obras, entre elas, "Éramos seis", foi uma tristeza só. E os demais, muitos...cada em uma fase de minha infância e adolescência. Quando li "Diário de Anne Frank", quase morri, sabe aquela sensação de não querer ler mais porque tinha medo, mas também não conseguia ficar sem ler. Enfim, são muitas histórias e memórias...." - Fresia Herrera - PCNP da Diretoria de Ensino - Região de Avaré


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2 comentários:

  1. Parabéns ao grupo. A página ficou ótima!

    Abraços.

    Katia

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  2. Frésia, também me emocionei muito com a leitura de Éramos Seis e o Diário de Anne Frank e devo confessar: tive muita sorte nesta “praia”!!! Minha mãe é professora aposentada de Língua Portuguesa e, desde muito cedo, introduziu o livro em minha vida. Tenho até hoje guardada a primeira coleção de Fábulas que ela trouxe para ler comigo e com minha irmã. Eu tinha apenas três anos, então... as condições desses livros estão meio complicadas! São três: O patinho feio, O pequeno polegar e Os três porquinhos. Não consigo me desfazer deles, tamanha saudade!
    Já dos nove anos em diante, além de ler as obras previstas bimestralmente na escola (escola pública, é bom salientar!), eu e minha irmã tínhamos duas tarefas durante as férias: bordar panos de prato e fazer crochê, e ler um livro. Confesso que na época eu não “curtia” muito nem uma coisa e nem outra, mas hoje posso garantir que foram minhas leituras preferidas, porque eu podia escolhê-las: O caso da borboleta Atíria, A ilha perdida, Pollyana Menina e Pollyana Moça, O menino do dedo verde, O jardim dos esquecidos, Um certo capitão Rodrigo, O morro dos ventos uivantes... Além disso, também nas férias, às vezes mamãe solicitava que decorássemos poemas. NUNCA mais esquecerei “Canção do Exílio, Gonçalves Dias !
    Tais experiências foram fundamentais para a sustentação de minha formação. Intimamente relacionadas às atividades de leitura, as atividades de escrita, para mim, sempre foram gratificantes. Nunca esquecerei a “cara” de orgulho de meu pai quando uma redação minha (cursando o antigo 1º colegial) foi publicada no jornal local! MUITA saudade!
    O depoimento de Gabriel - O pensador me remeteu aos meus dias como aluna. Era realmente bastante comum a utilização do “tema livre”. O que parecia liberdade, para alguns poderia sugerir caos, dificuldade, afinal: por onde começar? E se hoje as necessidades, as ansiedades ou os anseios são outros, uma coisa ainda prevalece, para todos os tempos, conforme corroboraram em seus relatos Rubem Alves e Fábio de Paula Xavier Marchioro: ler é demais.

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